22 mulheres que marcaram 2022

“Não nascemos mulheres, tornamo-nos mulheres.” Simone de Beauvoir

22 mulheres que marcaram 2022

 

Inúmeras mulheres marcaram 2022 e todas devem celebradas. Na Peryod decidimos dar especial atenção aquelas que marcaram a HERstory em diferentes áreas, desde a música, moda à política.

MÚSICA

Billie Eilish. 

Foi a atração principal mais jovem do festival Glastonbury, em Inglaterra. Onde protestou contra a suspensão do direito ao aborto.

 

Liniker. 

É a primeira artista trans a ganhar o Grammy Latino 2022. Venceu na categoria de melhor álbum de música popular brasileira com “Índigo borboleta anil”.

 

Taylor Swift. 

Ganhou o prémio de “Álbum do Ano”, tornando-se a 1ª mulher a ganhar 3 vezes esta categoria e a 1ª artista a ocupar todo o top 10 da Billboard.

 

Beyoncé. 

É a artista mais premiada em 65 anos de Grammys, com 28 vitórias e 88 nomeações no total.

 

Anitta

O seu single “Envolver” ganhou visibilidade mundial e prémios importantes como o VMA, sendo a primeira mulher a solo a conquistá-lo. Este feito ficou registado no Guinness World Records. É a primeira a ganhar o prémio do Wall Street Journal e a primeira artista latina a alcançar o primeiro lugar mundial do Spotify. Conquistou os prémios: MTV EMA, AMAs e Grammy na categoria de Artista Revelação.

CULTURA

Jane Campion. 

A realizadora neozelandesa foi a primeira mulher a receber múltiplas nomeações para o Óscar de Melhor Direção.

 

Maya Angelou. 

A falecida autora e ativista americana foi a primeira mulher negra a aparecer na moeda americana.

 

Ariana DeBose. 

Primeira mulher de cor assumida como homossexual a ganhar um Óscar de melhor atriz secundária.

 

MJ Rodriguez. 

Primeira mulher trans a ganhar um Globo de Ouro. Mj conquistou o prémio da categoria de melhor atriz pela sua atuação na série Pose.

 

Sonia Guajajara

Em 2022 foi eleita uma das 100 pessoas mais influentes do mundo pela revista Time e a deputada federal indígena mais votada. É ativista do movimento indígena e representa os povos indígenas nas Conferências Mundiais do Clima. Pertence ao povo Guajajara/Tenetehara, que habita as áreas das Terras Indígenas Araraboia, no Brasil.

DESPORTO

Simone Biles. 

A ginasta é a mais jovem a receber a medalha da liberdade, que é a maior honra dos EUA. Foi reconhecida pelas suas vitórias no desporto e por ser uma defensora da saúde mental de atletas e de causas sociais.

 

Stephanie Frappart. 

A francesa tornou-se na primeira mulher a arbitrar um jogo do Mundial masculino e a Taça de França masculina.

 

Rebeca Andrade

Em novembro de 2022 a ginasta de 23 anos tornou-se a número 1 do mundo. A brasileira tornou-se campeã mundial no individual geral, a prova mais importante da ginástica artística.

ATIVISMO

Taisia Bekbulatova. 

A jornalista russa tem feito reportagens sobre a guerra na Ucrânia e publicado histórias sobre desigualdade, violência e direitos femininos.

 

Mahsa Amini. 

Foi brutalmente assassinada pela Polícia da Moralidade do Irão por alegada violação da lei do hijab. A sua injusta morte gerou manifestações pelos direitos das mulheres em todo o mundo.

POLÍTICA

Queen Elizabeth II. 

Com 70 anos a governar, foi a mulher com o o maior reinado e a monarca mais longeva do mundo. A Rainha faleceu em 2022 aos 96 anos de idade.

 

Dina Boluarte. 

A advogada de 60 anos é a primeira mulher a assumir a presidência do Peru. Declara o combate à corrupção como uma prioridade.

 

Ketanji Jackson. 

Ketanji Brown Jackson foi confirmada a 7 de Abril como a primeira mulher de cor a integrar o Supremo Tribunal dos EUA.

 

Erika Hilton. 

É a primeira mulher trans de cor a ser eleita deputada federal no Brasil. Foi eleita uma das “100 mulheres mais inspiradoras e influentes do mundo em 2022” pela BBC.

BELEZA/MODA

Domitila Barros. 

Foi a primeira mulher de cor e a primeira imigrante a vencer um concurso de beleza na Europa.

 

Brian Nguyen. 

É a primeira mulher transexual a ganhar o primeiro lugar do concurso de beleza promovido pela Miss America.

 

Isa Isaac Silva

A estilista brasileira apresentou uma coleção repleta de referências africanas e roupas sem género. Fez ainda uma homenagem a Marcia Pantera, que também desfilou, enaltecendo a cultura drag.
Isa foi uma das oradoras a comentar o estudo que mapeou a população LGBTQIAP+ no Brasil, feito com o apoio da ONG All Out.

 

 

HERSTORY Makes History 11, Janeiro 2023